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A mentoria e o recrutamento interno

15/02/2017

Em tempos de escassez de mão de obra qualificada, alta competição entre as empresas pela mesma força de trabalho, cintos apertados para investir na contratação de profissionais do mercado e cada vez mais incentivo à meritocracia, os executivos de RH têm procurado privilegiar o recrutamento interno.

 

Oferecer as vagas abertas para os próprios colaboradores é uma forma inteligente de aproveitar melhor o capital humano da companhia ao mesmo tempo em que há uma economia por custar menos do que a seleção de candidatos do mercado.

 

Há várias vantagens no recrutamento interno, como por exemplo, o fato dos profissionais já estarem integrados à cultura da companhia e pelos recrutadores conhecerem mais fielmente o perfil de cada um versus a compatibilidade com a posição aberta.

 

Quando a empresa possui essa prática instaurada como um processo ou política de Recursos Humanos, é altamente recomendável portanto estimular a formação de um banco de sucessores. Isso quer dizer que, a partir de uma visão de médio e longo prazo, a companhia prevê em sua estratégia a movimentação de seus profissionais para novos desafios.

 

Toda vez que alguém parte para um novo desafio dentro da companhia, seu lugar fica vago e, muitas vezes, esse movimento só acontece quando ou se houver um sucessor preparado para entrar em campo jogando. Dificilmente a companhia toma a decisão de mudar time que está ganhando e colocar em risco toda uma performance.

 

Ter o recrutamento interno e a formação de sucessores como parte de sua política de gestão de pessoas faz da empresa um ambiente vivo e dinâmico, que permite a ascensão e o desenvolvimento de carreira de seus profissionais.

 

Então, para formar um banco de sucessores preparados para assumir prontamente novos desafios, é muito recomendado implantar um programa de mentoria. Se o objetivo é preparar um profissional mais novato para assumir a posição de outro mais veterano, nada mais lógico e eficiente do que estabelecer uma relação de mentoria entre eles.

 

O mentor será capaz de acelerar o desenvolvimento do mentorado ao transferir seu conhecimento e referenciais. O mentorado, portanto, irá adquirir mais maturidade e será um sucessor autônomo e realmente preparado. Dessa forma, a perda ou instabilidade esperadas em uma transição de profissionais será minimizada ou até mesmo anulada.

 

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