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Como anda seu consumo de conteúdo na pandemia do #coronavírus?

24/04/2020

 

 

 

A era da informação data de muito antes da Covid-19. Historicamente, considera-se que começou por volta dos anos 50 e teve um impulso colossal com a invenção, crescimento e popularização da internet. Um ponto de inflexão mais recente foi a massificação das redes sociais.... Com elas, o acesso a informação se tornou praticamente ilimitado. Mas informação não significa conhecimento! Pior, seu consumo desregrado pode até nos ser prejudicial!

 

E parecia difícil que poderíamos ter à disposição ainda mais conteúdo. E surgiu o coronavírus. E com ele as quarentenas, home office e muita gente com tempo disponível para produzir e consumir online. E as redes sociais viraram uma balbúrdia. Lives de tonelada no Instagram, Facebook, Youtube etc.

 

Na mídia em geral, nada muito diferente. Muitos especialistas nos jornais e TV falando sobre contaminação, impactos econômicos, medidas de contenção da pandemia e outros tópicos correlatos. Inúteis análises políticas então... Aí é que não faltam mesmo.

 

E se já há um bom número de "especialistas de fato", há uma quantidade muito maior de "especialistas de ocasião". Quem há 1-2 meses não sabia a diferença entre uma bactéria e um vírus e hoje se tornou analista epidemiológico, econômico, empresarial, político etc.

 

Mais do que nunca, é preciso filtrar o conteúdo a ser consumido. Seletividade é uma palavra tão chave quanto coronavírus, isolamento, cloroquina, governo, emprego, economia e Lives, entre outras quentes do momento.

 

Felizmente, há muita informação útil e relevante disponível. Quem, por necessidade da estrutura no local de sua empresa, dependência de outras pessoas e restrições de supply chain, não consegue dedicar suas 40-50h semanais ao trabalho formal, pode preencher essa carga horária com qualificação e aprendizado. Ou pelo menos se esforçando para lidar melhor com a pandemia!

 

A seguir vão algumas dicas e sugestões:

 

Está com dificuldades para conseguir trabalhar porque o isolamento está mexendo muito com você? Busque conteúdo relacionado a técnicas para enfrentar essa condição, há diversas pessoas falando sobre isso (incluindo eu mesmo, no Instagram, Facebook e aqui no LinkedIn). Se necessita de um apoio mais profundo, pode recorrer a psicólogos, pois há vários fazendo atendimento remoto, incluindo via start-ups, nas quais há um pool desses profissionais.

 

Participe de Lives e Webinars de especialistas de fato, que tratam do momento atual da crise e suas consequências para hoje e amanhã, bem como as possíveis tendências para o pós-crise. Como poderá ficar o trabalho quando a Covid-19 for superada e as possíveis modificações nos diferentes segmentos de mercado.

 

O que ficará em alta, o que deve decrescer. Recomendo atenção aos que falam com toda certeza sobre os cenários futuros, pois a única certeza vigente é a incerteza futura. Trata-se, portanto, de uma análise de cenários, e se escutar opiniões que se propõem a serem absolutas, já as abandone. E como identificar se alguém é especialista de fato? Pesquise seu histórico profissional, o perfil no LinkedIn e publicações em outras redes... Dê um Google e veja o que aparece! É preciso que se trate de alguém com consistência de atuação nos temas que se propõe a abordar.

 

Recorra a livros! Algumas livrarias tem liberado vários e-books (e.g Amazon). Se esses não forem de sua área de interesse, compre livros físicos! As entregas estão ocorrendo em tempos quase normais. Se antes estávamos recebendo em 2-3 dias, agora viraram 6-7 dias, not bad at all.

 

Desligue-se de discussões políticas excessivas. Elas preenchem boa parte dos jornais e redes sociais e são condições externas, fora de nosso alcance, de nosso poder de influência e ação. É preciso entender e analisar os impactos que as ações do governo, da OMS etc. terão em nós, para buscarmos soluções e ações em nossa esfera de atuação. Discordar ou não de um governante, ficar roxo com o que ele disse, querer beijá-lo ou matá-lo não lhe levará a nada. Anote o nome dele e do partido ao qual pertence, e guarde na memória para a próxima eleição. Até lá, fique atento aos abaixo-assinados online. E quando as manifestações de rua voltarem, vá a elas defender o que entende ser certo e protestar contra o que considera um despautério.

 

Uma última dica: ao buscar conteúdos relativos à crise, seja em redes sociais ou sites, na TV, em jornais, revistas ou livros, tente classificar como urgente, importante, tolice ou especulação.

 

Despreze ou minimize sua atenção com os dois últimos. Urgente e importante são coisas relevantes para sua vida, portanto, concentre-se nessas. A primeira precisará de uma ação sua rapidamente e a segunda precisará ser endereçada, com um pouco mais de calma.

 

E para assuntos não ligados à crise, pense em qual benefício você poderá ter com seu consumo. Ganhos de autoconhecimento, de soft ou technical skills e crescimento pessoal são boas escolhas!

 

Concluindo, estamos sendo bombardeados com informações de toda sorte e origem. Filtre, filtre e filtre. Isso fará com que você possa tornar o tempo disponível ocasionado pela quarentena em tempo útil!

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